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Dicas

O que é a Gripe A (H1N1) e como se prevenir?


26/07/2010


A Gripe A (H1N1) (inicialmente conhecida como Gripe Suína) é uma doença infecciosa respiratória aguda, causada pelo vírus Influenza, do tipo A (H1N1). Saiba mais sobre o assunto e veja como prevení-la.

O resfriado e a gripe são causados por vírus. No primeiro caso os sintomas são mais brandos, ocorrendo obstrução nasal, leve cansaço, coriza e ocasionalmente febre, sempre baixa. No caso da gripe, os sintomas são mais intensos, cursando com febre mais elevada, tosse e maior queda do estado geral. A gripe é causada por alguns grupos específicos de vírus, o vírus da Influenza e Parainfluenza principalmente. Nas gripes observa-se uma maior chance de comprometimento dos pulmões, podendo favorecer o aparecimento de episódios de asma e pneumonia.

Em abril de 2009, uma nova variante do vírus da gripe foi reportada pelas autoridades do México e dos Estados Unidos, causando surto em humanos. O vírus identificado nesta epidemia atual é uma nova variante do vírus Influenza, que contém traços genéticos de vírus aviários, suínos e humanos, como decorrência de mutações e da transmissão entre animais e humanos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) nomeou a nova gripe de "Gripe A (H1N1)".

A gripe A (H1N1) é facilmente transmitida de uma pessoa para outra por via respiratória através de gotículas eliminadas através da tosse ou do espirro. O vírus também pode ser veiculado pelo contato das mãos com secreções respiratórias. Quando as mãos não são higeinizadas pode haver transmissão pelo contato direto com outras pessoas (aperto de mãos) ou indireto (tocar em superfícies contaminadas). Ao se tocar a mucosa oral, nasal ou ocular com as mãos contaminadas, o vírus tem a possibilidade de penetrar no organismo. A aglomeração de pessoas em ambientes fechados, hábito freqüente nos meses mais frios, facilita a disseminação da gripe.

A doença começa com febre alta, em geral acima de 38ºC, que dura em média três dias. A pessoa apresenta também dores musculares, na garganta e na cabeça, além de tosse. Esta e os demais sintomas respiratórios, como a secreção nasal, costumam piorar com a progressão da doença e durar por mais três ou quatro dias após o desaparecimento da febre.

Orienta-se procurar atendimento médico ao menor sinal de dificuldade respiratória. Atenção especial deve ser dada aos pacientes do grupo de risco: pacientes com doença imunodepressora (AIDS, Câncer, indivíduos transplantados, dentre outros) ou fazendo uso de medicamentos imunossupressores, aqueles acometidos por condições crônicas (doenças hematológicas, cardiopatias, doenças renais crônicas, diabetes mellitus, obesidade mórbida), indivíduos com menos de 2 anos ou mais de 60 anos e as grávidas.

O ministério da Saúde adverte que o tratamento independe do diagnóstico específico do vírus H1N1, que demanda um tempo maior para ser realizado em virtude da complexidade técnica empregada, mas sim dos sinais de gravidade da doença.

O medicamento a ser empregado é o Oseltamivir, um anti-viral, que possui maior eficácia se iniciado nos dois primeiros dias de sintomas. O tratamento dura 5 dias.

Para evitar o contágio, é recomendado adotar hábitos saudáveis de higiene, como:

· Lavar as mãos com água e sabonete antes das refeições, antes de tocar os olhos, boca e nariz;

· Lavar as mãos após tossir, espirrar ou usar o banheiro;

· Evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies;

· Evitar cumprimentar as pessoas com a mão ou com beijo;

· Proteger com lenços (preferencialmente descartáveis) a boca e nariz ao tossir ou espirrar;

· Manter os ambientes bem ventilados;

· Usar máscara descartável no contato com pessoas doentes pela Gripe A (H1N1).

Além disso, as pessoas com suspeita de infecção pela Gripe A (H1N1) devem ser orientadas a não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal e a evitar contato próximo com outras pessoas, permanecendo em casa por no cerca de 7 dias.

Medidas simples, como as listadas acima, estão ao nosso alcance. A colaboração de toda sociedade é fundamental para o controle da epidemia.



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