Rua Sorocaba, 706 - Botafogo
CEP: 22271-110 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.:2103-1500 - Fax:2579-3713
E-mail: sac@clinicoop.com.br
Notícias

[15/03/2019]
Comer cogumelos duas vezes por semana reduz risco de perda de memória
Comer cogumelos ao menos duas vezes por semana pode ajudar a prevenir problemas de memória e fala em pessoas com mais de 60 anos.
[22/02/2019]
Minicérebros criados em laboratório no Rio têm até olhos
No futuro, testes dirão se os organoides podem enxergar; estruturas devem servir para entender doenças e avaliar medicamentos
[15/02/2019]
Gonorreia: por que a doença está ficando resistente a medicamentos
Bactéria responsável pela infecção sexualmente transmissível está desenvolvendo resistência aos antibióticos existentes
[14/02/2019]
Surto de febre amarela avança para Sudeste e Sul, alerta OMS
Em comunicado emitido em Brasília, entidade amplia área de vacinação para estrangeiros e aponta para terceira onda de contaminação

+ mais   
Dicas

Transtorno alimentar


20/07/2012


Comer compulsivamente é caracterizado pela ingestão de uma grande quantidade de comida em curto espaço de tempo. A pessoa fica sem controle ao comer. Não consegue parar de comer nem controlar o quanto come. O transtorno é encontrado em cerca de 2% da população em geral, mais frequentemente em mulheres entre 20 e 30 anos de idade. Pesquisas demonstram que 30% das pessoas que procuram tratamento para obesidade ou para perda de peso são portadoras do transtorno alimentar.

Alguns sintomas

Comer sem ter fome.

Ingestões exageradas de alimentos.

Dietas frequentes.

Oscilação do peso.

Comer escondido por vergonha e/ou culpa.

Obesidade.

Essa falta de controle na alimentação está relacionada diretamente com o aumento de doenças e males como diabete, obesidade, infarto, pressão alta, aumento do colesterol, complicações cardíacas entre outros. Em torno de 50% das pessoas que sofrem deste transtorno têm um histórico de depressão. Se a depressão é causa ou efeito do transtorno, ainda não está bem claro. Muitas pessoas relatam que sentimentos como a tristeza, a raiva, o tédio e a ansiedade contribuem para desencadear a comilança desregrada. Embora não esteja claro o papel das dietas nesse quadro, sabe-se que, em muitos casos, os regimes excessivamente restritivos podem piorar o transtorno.

Como se tratar

O transtorno pode desenvolver-se a partir da interação de diversos fatores como biológicos, familiares, socioculturais e/ou individuais. O seu tratamento estabelece uma abordagem multidisciplinar que inclui diversos profissionais da área da saúde no seu tratamento como psiquiatras, endocrinologistas, nutricionistas, psicólogos dentre outros. O objetivo do tratamento é o controle da alimentação através de técnicas comportamentais e de um acompanhamento nutricional para restabelecer um hábito alimentar mais saudável.



Bookmark and Share

< voltar   
Home     |     Clínica     |     Especialidades     |     Corpo clínico     |     Localização     |     Contato