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Notícias

[20/07/2018]
Sete casos de sarampo são confirmados no Estado
Todos os episódios têm ligação com a Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde foi registrado o primeiro caso da doença
[16/07/2018]
Doença sexualmente transmissível pouco conhecida se alastra e alarma médicos
Infecção bacteriana mycoplasma genitalium causa dores, secreções e, no caso das mulheres, pode levar à infertilidade
[06/06/2018]
Tratamento experimental curou câncer de mama em estágio avançado
O câncer, que já tinha se espalhado pelo corpo, foi derrotado pelas células da própria paciente – que foram colhidas, selecionadas, multiplicadas e reinjetadas
[04/06/2018]
Um em cada 4 adultos é sedentário, diz Organização Mundial da Saúde
OMS lança compromisso para diminuir falta de atividade física no mundo em 15% até 2030. Inatividade onera assistência em US$ 54 bilhões anuais, diz entidade.

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Cientistas criam remédio que pode controlar diabetes sem injeções


16/03/2016


A novidade promete menos dor (e sofrimento) durante o tratamento da doença

Boa notícia para os portadores do diabetes: cientistas da Universidade da Carolina do Norte, EUA, desenvolveram uma espécie de atadura que facilita a aplicação de insulina - remédio para controlar a taxa de açúcar no sangue. O adesivo, do tamanho de uma moeda, possui micro agulhas que contem insulina e enzimas que detectam automaticamente as taxas de glicose no sangue e, assim, administram e soltam o medicamento de forma indolor.

De acordo com Zhen Gu, responsável pela pesquisa, o dispositivo foi projetado para trabalhar rápido e ser fácil de usar. Além disso, o remédio é feito com materiais não tóxicos. Todo o sistema pode ser personalizado de acordo com as necessidades do diabético e sua sensibilidade à insulina.

Até o momento, os testes foram realizados em ratos portadores de diabetes do tipo 1 e constatou a diminuição da glicose por até nove horas. Apesar de promissora, a inovação ainda é muito recente e, segundo os pesquisadores, eles precisam de mais alguns anos para saber como o dispositivo vai funcionar em humanos. Mesmo assim, a notícia já é animadora.

fonte: mdemulher



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