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Microcefalia: estudo mostra calcificações cerebrais em casos ligados ao Zika vír


20/04/2016


Um estudo brasileiro publicado na revista científica British Medical Journal (BMJ), estudou o cérebro de bebês com microcefalia relacionada ao Zika vírus, e percebeu que eles apresentavam como característica comum calcificações cerebrais, uma característica incomum em microcefalias causadas por outros problemas.

Os cientistas acreditam que o problema ocorra porque o Zika vírus destrói células cerebrais, formando lesões como cicatrizes, que são calcificadas como forma de recuperação. Toda calcificação causa problemas, dependendo do local em que ela aparece. No caso, ela aparecia principalmente na junção entre o córtex e a substância branca subcortical, o que causa problemas no desenvolvimento dessas estruturas cerebrais.

Para se ter uma noção da gravidade de uma calcificação, algumas delas estão relacionadas a outros problemas de saúde cerebral, como esquizofrenia e Parkinson. No entanto, nessas doenças, as lesões ocorrem em outras regiões do cérebro.


O estudo foi feito com 23 bebês, 22 deles foram submetidos a tomografia computadorizada, enquanto outro fez apenas uma ressonância magnética. Todas as crianças tinham as mesmas características clínicas e epidemiológica e em todos os casos outras possíveis causas de microcefalia foram descartadas. Nesses 22 bebês que passaram pelo exame, todos mostraram sinais de calcificação cerebral, além disso, os médicos perceberam que o cerebelo nelas não se desenvolveu completamente, o que traz problemas motores nessas crianças.

Os especialistas ressaltam, no entanto, que o estudo ainda não pode concluir que o Zika vírus sempre causa calcificação cerebral nos bebês, já que a infecção da mãe pelo vírus foi evidenciada apenas por recordações da mãe na gravidez.


Fonte: Minha Vida



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