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Notícias

[20/07/2018]
Sete casos de sarampo são confirmados no Estado
Todos os episódios têm ligação com a Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde foi registrado o primeiro caso da doença
[16/07/2018]
Doença sexualmente transmissível pouco conhecida se alastra e alarma médicos
Infecção bacteriana mycoplasma genitalium causa dores, secreções e, no caso das mulheres, pode levar à infertilidade
[06/06/2018]
Tratamento experimental curou câncer de mama em estágio avançado
O câncer, que já tinha se espalhado pelo corpo, foi derrotado pelas células da própria paciente – que foram colhidas, selecionadas, multiplicadas e reinjetadas
[04/06/2018]
Um em cada 4 adultos é sedentário, diz Organização Mundial da Saúde
OMS lança compromisso para diminuir falta de atividade física no mundo em 15% até 2030. Inatividade onera assistência em US$ 54 bilhões anuais, diz entidade.

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Colesterol: taxas muito baixas podem ser um problema?


18/05/2016


Veja se é seguro focar em valores cada vez mais baixos

O colesterol tem sua função em um sem-número de processos biológicos, recobrindo nossas células, garantindo a comunicação dos neurônios, sem contar a estabilidade da produção de hormônios vitais. E aí pode pintar a indagação: uma contagem baixinha significa problemas à vista? Pois saiba que existem, sim, estudos relacionando baixos valores de colesterol a doenças. Isso estaria associado, por exemplo, a uma elevação de risco de câncer. Mas a ciência nunca comprovou essa hipótese. Pacientes com tumores graves até apresentam LDL bem acanhado, mas essa diminuição pode acontecer porque as células cancerosas, se multiplicando loucamente, consomem muita energia – e o colesterol entra no pacote.


Leia também: O que acontece se as taxas de colesterol saem do controle?

Há quem relacione também níveis diminutos de colesterol a transtornos mentais como depressão e até propensão ao suicídio. O problema é que especulações desse tipo não respondem a uma questão importante: quem apresenta queda tão brusca já não estaria, justamente por fragilidades emocionais ou sociais, com uma alimentação pobre do ponto de vista nutricional? Nesse caso, o colesterol despencando seria mais uma consequência, e não causa, desses desequilíbrios. Em resumo, buscar metas mais baixas de colesterol, sempre com orientação médica, é seguro. Se o controle da alimentação e a prática de exercícios físicos não forem o bastante para isso, a medicina conta com remédios, entre eles as estatinas, para não deixar o LDL povoar o sangue.


Fonte: MdeMulher



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