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Notícias

[20/07/2018]
Sete casos de sarampo são confirmados no Estado
Todos os episódios têm ligação com a Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde foi registrado o primeiro caso da doença
[16/07/2018]
Doença sexualmente transmissível pouco conhecida se alastra e alarma médicos
Infecção bacteriana mycoplasma genitalium causa dores, secreções e, no caso das mulheres, pode levar à infertilidade
[06/06/2018]
Tratamento experimental curou câncer de mama em estágio avançado
O câncer, que já tinha se espalhado pelo corpo, foi derrotado pelas células da própria paciente – que foram colhidas, selecionadas, multiplicadas e reinjetadas
[04/06/2018]
Um em cada 4 adultos é sedentário, diz Organização Mundial da Saúde
OMS lança compromisso para diminuir falta de atividade física no mundo em 15% até 2030. Inatividade onera assistência em US$ 54 bilhões anuais, diz entidade.

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Qual o papel do sono na imunidade?


17/08/2016


Enquanto dormimos, nosso organismo realiza ajustes essenciais para o bom funcionamento das nossas defesas naturais. Conheça os detalhes de como o sistema imunológico se beneficia daquele merecido descanso

Manter o sistema imunológico em forma dá trabalho. Muita energia é gasta para que a patrulha de células que compõem suas defesas permaneça a postos. Agora pense: qual é o momento ideal para realizar os ajustes nesse sistema e mantê-lo em operação? Nota dez a quem pensou nas horas de descanso noturno. Dormir bem é um fator crucial, pois durante esse período a imunidade se refaz.

Na contramão, quem fica as noites em claro não desenvolve uma proteção confiável. O pouco tempo no colchão faz subir a liberação de cortisol, um hormônio relacionado ao estresse. "Em excesso, essa substância diminui a reação de defesa", ensina a ginecologista Helena Hachul, do Instituto do Sono, em São Paulo.

Um estudo conduzido na instituição paulista apontou que a privação de sono corta pela metade a produção de anticorpos de pessoas que tomaram a vacina contra a hepatite A. Outro artigo, assinado por experts da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, aponta que o risco de ficar resfriado é 4,5 vezes maior em sujeitos que cochilam por menos de cinco horas por dia. A conclusão é taxativa: descansar entre sete e oito horas com a cabeça no travesseiro turbina a imunidade.


O relógio faz diferença

Na pesquisa americana, 164 voluntários registraram as horas de sono durante uma semana. Depois, foram isolados em um hotel por cinco dias, onde travaram contato com o rinovírus, causador do resfriado. Aqueles que dormiam menos tempo acabaram mais doentes - sinal de que o sistema imune não estava treinado para rechaçar a ameaça.


Fonte: MdeMulher



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