Rua Sorocaba, 706 - Botafogo
CEP: 22271-110 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.:2103-1500 - Fax:2579-3713
E-mail: sac@clinicoop.com.br
Notícias

[15/03/2019]
Comer cogumelos duas vezes por semana reduz risco de perda de memória
Comer cogumelos ao menos duas vezes por semana pode ajudar a prevenir problemas de memória e fala em pessoas com mais de 60 anos.
[22/02/2019]
Minicérebros criados em laboratório no Rio têm até olhos
No futuro, testes dirão se os organoides podem enxergar; estruturas devem servir para entender doenças e avaliar medicamentos
[15/02/2019]
Gonorreia: por que a doença está ficando resistente a medicamentos
Bactéria responsável pela infecção sexualmente transmissível está desenvolvendo resistência aos antibióticos existentes
[14/02/2019]
Surto de febre amarela avança para Sudeste e Sul, alerta OMS
Em comunicado emitido em Brasília, entidade amplia área de vacinação para estrangeiros e aponta para terceira onda de contaminação

+ mais   


Novo remédio contra câncer de pele é aprovado no Brasil


06/10/2016


Medicamento chega ao Brasil com a promessa de aumentar consideravelmente a sobrevida e o bem-estar dos pacientes com melanoma, um tipo agressivo de tumor de pele

Nos últimos congressos internacionais voltados para o câncer, a droga pembrolizumabe, da farmacêutica MSD, ganhou destaque especial por seus resultados frente à doença. Mas, até então, ele só estava disponível fora do nosso país. Isso muda hoje com a aprovação da medicação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para combater o melanoma avançado, um tipo violento de tumor de pele.

O pembrolizumabe faz parte da segunda geração de uma classe de fármacos batizada de imunoterapia. Ele mira especificamente uma proteína presente em células de defesa do próprio paciente chamada PD-1. Ao inibi-la, a droga não deixa que o câncer escape do sistema imunológico. Em comparação com o tratamento disponível atualmente por aqui — um imunoterápico que ataca a molécula CTLA-4 —, ela obteve uma taxa de resposta três vezes maior. Ou seja, mais pacientes com melanoma avançado obtiveram algum benefício ao receber o pembrolizumabe. Em 2016, espera-se que 5 mil brasileiros sofram com esse problema, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Essa classe de remédios ainda gera menos efeitos colaterais que a quimioterapia. Náusea e queda de cabelo não são um problema. Entre as reações esperadas estão fadiga, coceira e erupções cutâneas. Novas drogas que atuam através da mobilização do sistema imune resultaram em benefícios significativos para pacientes com essa doença e revolucionaram a forma de abordá-la, afirma o oncologista Rodrigo Munhoz, do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo e do Hospital Sírio Libanês, em nota à imprensa.

Mas calma: o preço do pembrolizumabe no Brasil ainda precisa ser definido. Estima-se que em três meses isso seja fechado em conjunto com a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos. Vale ressaltar que esse tipo de droga é bastante caro. Desde 2014 esse remédio está à disposição dos oncologistas americanos para melanoma avançado. Aliás, em 2015 ele também foi aprovado por lá para um tipo de câncer de pulmão e, mais recentemente, para tumores de cabeça e pescoço. Por enquanto não há prazo para que isso ocorra no Brasil.


Fonte: MdemUlher



Bookmark and Share

< voltar   
Home     |     Clínica     |     Especialidades     |     Corpo clínico     |     Localização     |     Contato