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Mudanças ambientais já estão afetando sua saúde


04/04/2017



(Paulo Liebert/SAÚDE é Vital)

As alterações climáticas não estão afetando só os ursos polares — estão afetando todos nós. A frase é de Mona Sarfaty, médica de família e professora da Universidade George Mason, nos Estados Unidos, que ajudou a elaborar um documento contundente sobre o tema. Essa avaliação, feita por 11 influentes grupos médicos americanos, ressalta que centenas de pesquisas científicas já estabeleceram uma ligação direta entre o ambiente e a saúde da população mundial.

A poluição atmosférica tem destaque: a baixa qualidade do ar mata prematuramente 7 milhões de pessoas por ano, de acordo com os dados do levantamento. Os óbitos são provocados por problemas como asma, ataques alérgicos e, principalmente, câncer de pulmão e doenças cardíacas.

E não são apenas países como China e Índia que estão sofrendo os efeitos da imundície do ar. A concentração de poluentes foi examinada em 45 municípios brasileiros pela Organização Mundial de Saúde (OMS), e o resultado foi péssimo. Apenas cinco cidades passaram no teste.

Nós acreditamos que grande parte das pessoas não sabe que o clima tem ligação com a saúde. (…) Mas a verdade é que alguém que você conhece está sendo afetado

Os médicos discutem ainda um ponto que os brasileiros conhecem bem — a proliferação de mosquitos transmissores de doenças. O Aedes aegypti, vetor de dengue, febre amarela, zika e chikungunya, se reproduz e pica mais no calor. Ou seja, com o aumento da temperatura pelo globo, é possível que essas enfermidades e outras enfermidades se espalhem. Para ter ideia, o número de indivíduos sob risco de malária, que, no Brasil, concentra casos principalmente na região amazônica, subiria em torno de 3 a 5% a cada 2 ou 3ºC a mais, segundo a OMS.

Os transtornos mentais, tema frequentemente esquecido, também foi abordado pelos cientistas. Eles afirmam que as mudanças climáticas estão catapultando a frequência e severidade de catástrofes naturais como inundações, grandes tempestades e secas. E daí? Gente exposta a esses fenômenos extremos pode manifestar sintomas de depressão, ansiedade e pensamentos suicidas, além de uso abusivo de álcool e outras drogas.

O relatório revela um caminho a seguir daqui em diante: A ação mais importante para proteger nossa saúde é acelerar a inevitável transição para as fontes limpas de energia. E isso tem, sim, a ver com nosso cotidiano, como reitera o documento: Caminhar ou usar uma bicicleta, fora melhorar a qualidade do ar, diminui os índices de obesidade, diabete e doenças cardiovasculares.

FONTE: Saúde Abril



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