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Dor lombar é a segunda condição de saúde mais prevalente


19/07/2017


A dor lombar pode atingir até 65% das pessoas anualmente e até 84% das pessoas em algum momento da vida, apresentando uma prevalência de aproximadamente 11,9% na população mundial.

O sintoma é responsável por grandes índices de incapacidade e faltas ao trabalho, gerando alto custo para a sociedade e para os sistemas de saúde.

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2015, as dores da coluna (cervical, torácica, lombar e pélvica) são a segunda condição de saúde mais prevalente do Brasil (13,5%), superadas apenas pelos casos de hipertensão.

O especialista em coluna vertebral e presidente da Sociedade Brasileira da Coluna, Vinicius Benites, explica os fatores de risco da dor. "O aumento do número de idosos - que hoje representam cerca de 8% da população total, o aumento de hábitos sedentários entre os adultos e mudanças na composição corporal como aumento dos índices de sobrepeso e obesidade que atingem igualmente mulheres e homens, são fatores importantes".

No entanto, apenas 60% das pessoas que apresentam dor lombar procuram por tratamento. Entre 90 e 95% dos casos apresentam caráter multifatorial.

A dor lombar é resultado de um conjunto de causas, como fatores sociodemográficos (idade, sexo, renda e escolaridade), estado de saúde, estilo de vida (tabagismo, alimentação e sedentarismo) e ocupação (trabalho pesado, movimentos repetitivos), diz Vinicius.

Segundo estudos, foi verificado que nos países desenvolvidos, onde a demanda física no trabalho é menos intensa, a prevalência da dor lombar é duas vezes maior, quando comparada à população dos países de baixa renda, onde a exigência física laboral é maior.

Sendo assim, o sedentarismo parece ter um maior impacto na ocorrência da dor lombar quando comparado ao trabalho físico intenso, afirma Vinicius.

Em abril desse ano, uma importante revista cientifica associada à Nature publicou o estudo O exercício de corrida fortalece o disco intervertebral, afirmando que as pessoas que caminham com frequência têm discos intervertebrais mais hidratados e mais saudáveis, do que aqueles que são sedentários.

Vinicius explica que o estudo representa a primeira evidência de que o exercício pode ser benéfico para os discos intervertebrais e fornece suporte para a noção de que protocolos de exercicios específicos podem melhorar as propriedades do material dos discos.

Os pesquisadores acreditam que suas descobertas podem definir melhor os protocolos de exercícios e os perfis de atividade física para o anabolismo, contribuindo com o fortalecimento da região e protegendo o desgaste temporal da coluna, finaliza.

Fonte: Diário do Nordeste



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