Rua Sorocaba, 706 - Botafogo
CEP: 22271-110 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.:2103-1500 - Fax:2579-3713
E-mail: sac@clinicoop.com.br
Notícias

[18/01/2019]
Cientistas desenvolvem molécula que pode tratar insuficiência cardíaca
A Samba foi desenvolvida por pesquisadores da USP nos últimos dez anos, e o teste em ratos se mostrou promissor para ajudar pacientes que sofrem da doença.
[15/01/2019]
Dorme menos de 6 horas por noite?
Estudo indica que você tem mais chances de ter problemas de saúde
[10/01/2019]
É arriscado beijar bebês recém-nascidos?
Veja que cuidados tomar na hora da visita
[09/01/2019]
Exercícios impedem avanço do Alzheimer


+ mais   


Bebê gerado em útero transplantado de doadora morta nasce no HC de São Paulo


18/12/2017


Um bebê que foi gerado em útero transplantado de uma doadora que já tinha morrido nasceu na sexta-feira (15), no Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, o procedimento é pioneiro em todo o mundo. Mãe e bebê passam bem.

A mãe, de 33 anos, tem síndrome de Rokitanski e, por isso, nasceu sem o útero. Ela não quis que seu nome fosse divulgado. O órgão foi retirado de uma doadora que teve morte cerebral.

A cirurgia ocorreu em setembro do ano passado. Os médicos religaram todas as veias e artérias, assim como a saída do útero para a vagina, em um procedimento que durou cerca de 10 horas.

Após o transplante inédito e a boa aceitação do novo órgão na paciente, os médicos iniciaram o processo de transferência de embriões, com os óvulos da mulher e espermatozoides de seu marido.

Fizemos a primeira tentativa, não houve sucesso, e na segunda tentativa foi confirmada a gravidez, disse ao Fantástico o médico Edmund Chada Baracat, diretor de ginecologia do HC. O programa dominical da TV Globo acompanhou de perto o parto (assista acima).

O procedimento foi bem-sucedido e teve início a gestação. Segundo a equipe médica, a gravidez foi saudável desde o início e todos os exames apresentaram resultados normais.

Nove casos de bebês nascidos de úteros transplantados já foram registrados: um nos Estados Unidos e oito na Suécia. A diferença é que, enquanto nestes casos as doadoras estavam vivas, no procedimento realizado no HC a pessoa que forneceu o órgão já tinha morrido.

Fonte: G1 Globo



Bookmark and Share

< voltar   
Home     |     Clínica     |     Especialidades     |     Corpo clínico     |     Localização     |     Contato