Rua Sorocaba, 706 - Botafogo
CEP: 22271-110 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.:2103-1500 - Fax:2579-3713
E-mail: sac@clinicoop.com.br
Notícias

[18/09/2018]
Varizes e AVC: tem relação?
Especialistas tiram dúvidas no Bem Estar.
[17/09/2018]
1 em 5 homens e 1 em 6 mulheres terão câncer em algum momento da vida
Dados são do último relatório estatístico sobre a situação do câncer no mundo, da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer.
[13/09/2018]
Manchas e rugas podem indicar como andam órgãos importantes
Algumas manchas podem indicar resistência à insulina. As rugas em fumantes podem indicar obstruções no pulmão.
[12/09/2018]
Vacina do futuro será autoaplicável e enviada pelo correio, apontam cientistas
Grupo de 14 pesquisadores dos EUA, Canadá e Israel publicaram nesta quarta-feira estudo em que mostram uma nova técnica para fabricação de vacinas

+ mais   


500 anos depois, cientistas descobrem o que matou os Astecas


17/01/2018


Durante quase quinhentos anos, a ciência tentou entender exatamente o que dizimou a população asteca, o povo indígena que morava no México antes da invasão dos europeus. Havia várias teorias para a epidemia, conhecida apenas por cocoliztli – pestilência, na língua náuatle – poderia ser varíola, sarampo, caxumba e até mesmo gripe. Mas, finalmente, a verdadeira culpada foi encontrada por cientistas alemães: febre entérica – também conhecida como febre tifoide.

Causada por uma variedade da bactéria salmonela, a febre tifoide matou 15 milhões de astecas em 5 anos, entre 1545 e 1550 – o correspondente a 80% da população. Ashild Vagene, co-autor do estudo publicado no periódico científico Nature Ecology and Evolution, explicou ao jornal inglês The Guardian que a cocoliztli não foi, porém, a única praga que atingiu a região na época. A cocoliztli de 1545-50 foi uma das muitas epidemias que afetaram o México depois da chegada dos europeus, afirmou.

Violenta, a tifoide doença mata em cerca de três ou quatro dias – após causar febres altas, dores de cabeça e sangramento dos olhos, boca e nariz. Esse surto é considerado um dos mais mortais da história da humanidade, chegando perto da Peste Negra, que tirou 25 milhões de vida no oeste da Europa durante o século XIV.

A descoberta veio após a extração de DNA de 29 esqueletos enterrados em um cemitério da época da cocoliztli; neles, os cientistas descobriram traços da bactérica salmonela entérica – que não só causa a febre entérica como também estava presente na Europa na mesma época.

O outro co-autor do estudo, Alexander Herbig, também explicou a conclusão da descoberta. Nós testamos todos os patógenos de bactérias e vírus disponíveis, e a salmonela entérica foi o único germe detectado

É possível, porém, que outros patógenos tenham passado despercebidos ou sejam completamente desconhecidos. Ainda assim, agora é possível confirmar – de uma vez por todas – que o grande azar dos astecas foi justamente ter sido encontrados pelos espanhóis.

Fonte: Superinteressante



Bookmark and Share

< voltar   
Home     |     Clínica     |     Especialidades     |     Corpo clínico     |     Localização     |     Contato