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O DISTÚRBIO DA HIPERCONEXÃO


05/11/2012


O profissional moderno está sofrendo de distúrbio da hiperconexão, mal que nos Estados Unidos já foi batizado de “iDisorder”, uma homenagem dúbia ao iPhone. No livro Sleeping with Your Smartphone (“Dormindo com seu smartphone”), Leslie A. Perlow, professora da Harvard Business School, narrou casos de executivos que sofrem de “insônia controlada”, acordando três vezes por noite para checar e-mails. “O computador e o smartphone funcionam como cocaína eletrônica para muita gente”, afirma o neurocientista Peter Whybrow, da Universidade da Califórnia. Nos EUA, a ansiedade é a consequência mais comum, afetando 40 milhões de pessoas. “A boa notícia é que começamos a entender o problema do ponto de vista da neurociência”, diz o cientista, que trata do assunto no livro The Intuitive Mind (“A mente intuitiva”), a ser lançado no final de 2012.

O distúrbio acontece porque o cérebro está programado para buscar recompensas imediatas. E, quanto mais estímulos recebe, mais quer receber. “Por isso somos viciados em novidades”, diz Whybrow. Não existem amarras neurológicas possíveis, que coíbam a cupidez cerebral. A melhor forma de usufruir da tecnologia sem se estressar tanto é mesmo o autocontrole. Por exemplo, não atender o celular durante as refeições e reduzir a frequência diária de checagem de e-mails. “Não se deve levar a vida pelas prioridades dos outros”, diz Whybrow. “Devemos ser capazes de ‘desligar’ e criar o nosso próprio espaço.” O cérebro agradece.

Fonte: Época



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