Rua Sorocaba, 706 - Botafogo
CEP: 22271-110 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.:2103-1500 - Fax:2579-3713
E-mail: sac@clinicoop.com.br
Notícias

[15/03/2019]
Comer cogumelos duas vezes por semana reduz risco de perda de memória
Comer cogumelos ao menos duas vezes por semana pode ajudar a prevenir problemas de memória e fala em pessoas com mais de 60 anos.
[22/02/2019]
Minicérebros criados em laboratório no Rio têm até olhos
No futuro, testes dirão se os organoides podem enxergar; estruturas devem servir para entender doenças e avaliar medicamentos
[15/02/2019]
Gonorreia: por que a doença está ficando resistente a medicamentos
Bactéria responsável pela infecção sexualmente transmissível está desenvolvendo resistência aos antibióticos existentes
[14/02/2019]
Surto de febre amarela avança para Sudeste e Sul, alerta OMS
Em comunicado emitido em Brasília, entidade amplia área de vacinação para estrangeiros e aponta para terceira onda de contaminação

+ mais   


Um novo remédio para rinite


24/06/2013



A turma dos alérgicos ganha um aliado contra os espirros, a coriza, a coceira e o entupimento constante do nariz

Depois de mais de uma década sem inovações nessa área, abilastina, uma droga antialérgica, já está disponível por aqui. Distribuído pela indústria farmacêutica Takeda, o anti-histamínico junta-se a uma pequena lista de fármacos para alergias, rinites e urticárias sem efeito colateral sedativo, aquela soneira característica desse tipo de tratamento.

A pneumologista Angela Honda, gerente médica do laboratório, explica que essa nova molécula não é processada pelo fígado, garantindo um risco mínimo de interferência com outros medicamentos e evitando danos em caso de alta sensibilidade hepática. “É diferente do que acontece entre o álcool e outros antialérgicos. Como ambos são quebrados no fígado, eles interagem e podem cortar o efeito contra rinite”, diz Angela. Outra vantagem seria o preço mais competitivo. A bilastina só não é indicada a crianças.

O fim da crise

Veja como a bilastina engana o corpo e interrompe os sintomas:

Anticorpos conhecidos como imunoglobulinas encontram o alérgeno, o capturam e fazem com que o mastócito uma célula do sistema imunológico, libere a histamina, desencadeando a reação alérgica.

A droga da vez é absorvida pelo sistema gastrointestinal. Sem ser processada pelo fígado, circula inalterada pela corrente sanguínea, onde irá competir com a histamina.

O objetivo do remédio é encaixarse nos receptores H1 das células antes da histamina, substituindo a ligação crucial para desencadear os sintomas. Sem receptor livre, a histamina acaba se degradando.


Fonte: Saúde Abril



Bookmark and Share

< voltar   
Home     |     Clínica     |     Especialidades     |     Corpo clínico     |     Localização     |     Contato