Rua Sorocaba, 706 - Botafogo
CEP: 22271-110 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.:2103-1500 - Fax:2579-3713
E-mail: sac@clinicoop.com.br
Notícias

[21/01/2019]
Evolução da sífilis: quando se deve buscar ajuda
Entenda como a sífilis evolui e saiba quando procurar ajuda
[18/01/2019]
Cientistas desenvolvem molécula que pode tratar insuficiência cardíaca
A Samba foi desenvolvida por pesquisadores da USP nos últimos dez anos, e o teste em ratos se mostrou promissor para ajudar pacientes que sofrem da doença.
[15/01/2019]
Dorme menos de 6 horas por noite?
Estudo indica que você tem mais chances de ter problemas de saúde
[10/01/2019]
É arriscado beijar bebês recém-nascidos?
Veja que cuidados tomar na hora da visita

+ mais   


Cientistas apostam em "pílula do mês seguinte"; ativistas são contra


24/09/2013



Pesquisadores pedem às empresas farmacêuticas para desenvolver uma versão que possa interromper a gravidez 30 dias após a relação

Cientistas da empresa de tecnologia Gynuity, nos Estados Unidos, e do Instituto Karolinska, na Suécia, dizem que as mulheres devem ter como opção uma pílula anticoncepcional pós-sexo, que poderia evitar a gravidez ao ser tomada um mês depois da relação sem proteção. Eles pedem às empresas farmacêuticas para desenvolver uma versão que possa interromper a gravidez após a união do óvulo e do espermatozoide. Ativistas dizem que o produto seria efetivamente um “aborto pela porta dos fundos.” Os dados são do jornal Daily Mail.

As atuais pílulas anticoncepcionais contêm hormônios que impedem a liberação do óvulo, mas muitas mulheres sofrem com efeitos colaterais, como ganho de peso, dores de cabeça e náuseas, além do aumento no risco de coágulos sanguíneos e câncer de mama. A proposta da "pílula do mês seguinte" é que as mulheres tomem a medicação apenas algumas vezes ao ano, dependendo de quantas vezes tiveram relações sexuais desprotegidas, o que exigiria menos planejamento.

“Vinte anos atrás, uma pesquisa multinacional feita especificamente para investigar os sentimentos das mulheres sobre a pílula anticoncepcional pós-fecundação encontrou alta aceitação. Nós não temos nenhuma evidência de que as mulheres mudaram desde então, é o atual ambiente político que precisa de reorientação”, escreveram os cientistas para a publicação Journal of Family Planning and Reproductive Health Care.

Norman Wells, da instituição Family Education Trust (em tradução literal, Confiança na Educação da Família), é contra a possibilidade. “O que esses pesquisadores estão pedindo não é nada menos do que a prescrição de rotina de uma pílula do aborto para as mulheres. O licenciamento desse tipo de droga seria efetivamente introduzir o aborto em demanda pela porta dos fundos.”



Fonte:Saúde Terra



Bookmark and Share

< voltar   
Home     |     Clínica     |     Especialidades     |     Corpo clínico     |     Localização     |     Contato