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Como está a sua audição?


04/02/2015


A história da podóloga Nara Helen, 34 anos, mostra o quanto é importante estar sempre atenta à audição. Tenho muita cera no ouvido e isso me irrita profundamente. Faço lavagem ou aspiração a cada seis meses e, quinzenalmente, tiro o excesso. É assim desde a minha infância, sem que me acostume. Para completar, às vezes, sinto uma dor leve, além de coceira quando entro na piscina ou no mar, diz.

Como Nara, diversas pessoas enfrentam problemas semelhantes. Segundo um estudo recente realizado pelo MRC Institute of Hearing Research (Instituto de Pesquisa da Audição), do Reino Unido, seis entre dez adultos tem sua rotina prejudicada pela perda gradativa desse sentido.


• Na dúvida, pergunte ao médico

Arthur Menino Castilho, otorrinolaringologista do Hospital das Clínicas da Unicamp, explica que alterações, dores e outros incômodos devem ser levados a sério. Um zumbido pode, sim, estar relacionado a uma disfunção e, consequentemente, à incapacidade de escutar. Não conseguir identificar sons é outro motivo de atenção, complementa.

Já a cera, ao contrário do que a maioria pensa, não faz mal. Ela, na verdade, protege os ossículos internos, responsáveis pela transmissão das vibrações do tímpano ao ouvido interno. Quem limpa com muita frequência corre o risco de provocar um ressecamento e, por conta disso, um eczema [inflamação de pele] que causará coceira, vermelhidão e prurido, adverte.

Esse é o caso da estudante Carolina Algaves Perez, 20 anos. Desde pequena, limpo mais de uma vez ao dia porque tenho mania de cotonete. Quando saio, levo uns cinco deles na bolsa por precaução. Apesar das orientações do meu otorrino, não largo o vício e até já machuquei de tanto cutucar e tive uma infecção provocada por um pedaço de algodão desprendido, lembra.


• Previna para não remediar

O diagnóstico antecipado tem duas vantagens: você ganha tempo se os exames mostrarem algo e evita o agravamento dos males.

Fonte: Portal Vital



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