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10 sinais de que você pode ter a síndrome do pavio curto


03/03/2015


Reação exagerada a eventos cotidianos pode ser doença; tímidos têm mais propensão a sofrer do problema

O transtorno explosivo intermitente, também conhecido por síndrome do pavio curto, é um problema que começa a surgir no final da adolescência e início da vida adulta. Sabe aquela pessoa que, do nada, tem um acesso de fúria, grita ou agride alguém, e o estopim foi apenas um pisão no pé sem intenção? Ela tem grandes chances de sofrer da síndrome do pavio curto. A maior característica do problema é ficar extremamente irritado por motivos bobos.

Veja sinais de que você pode sofrer da síndrome do pavio curto:

1 - Ter ataques de fúria mais de duas vezes por semana.
2 - Reação desproporcional ao evento estressor. A razão sempre é fútil.
3 - Ter surgido no final da adolescência e começo da vida adulta.
4 - Ataques de raiva não se justificam por uso de álcool e substâncias ou outros transtornos mentais.
5 - Ataques podem vir acompanhados de sudorese, formigamento, tremores ou taquicardia.
6 - Ter casos na família de ataques de fúria.
7 - Se arrepender logo que a raiva passar: ter consciência que feriu alguém de alguma forma.
8 - Destruir objetos, independente do valor agregado a ele.
9 - Agredir alguém e até mesmo incendiar algum lugar durante o ataque de raiva.
10 - Impulsividade incontrolável: o ataque de raiva nunca é premeditado.

Esse transtorno, no entanto, acaba comprometendo a vida social, financeira, profissional e jurídica da pessoa. Quem tem uma explosão no trabalho pode ser demitido, ter problemas com a lei – e até mesmo ser preso, no caso de ter agredido alguém na rua, por exemplo. Separações e perda de amigos também são comuns já que ninguém sabe quando e qual será a razão fútil para o próximo ataque de fúria.

A psiquiatra Daniela Gava e o psicólogo Marcelo Gianini, do Hospital São Cristóvão, em São Paulo, explicam que, normalmente, quem sofre da síndrome acaba se arrependendo depois de uma explosão. Além disso, a pessoa percebe claramente que feriu alguém de alguma forma.

Mesmo assim, nem sempre essa reflexão sobre as situações incontroláveis levam o doente a buscar ajuda. Para controlar o problema, é preciso ter acompanhamento psicológico e psiquiátrico.

Para os ataques nervosos serem considerados síndrome do pavio curto eles precisam acontecer no mínimo duas vezes na semana e as razões devem ser fúteis. É normal uma pessoa ficar nervosa por algo sério, mas, se por motivos bobos há um descontrole, é necessário visitar um psiquiatra.

Como, afinal, surge a síndrome do pavio curto? Primeiramente há uma causa neurobiológica, que acontece por uma desregulação dos neurotransmissores. Histórico familiar também leva a uma maior propensão a desenvolver o problema. Juntando isso com fatores ambientais do dia a dia, como transporte público diariamente lotado, tecnologia que aumenta cobranças – é necessário estar disponível 24h por dia – e com traumas, como perdas, separações, acidentes, há um conjunto perfeito para o transtorno explosivo intermitente.


Fonte: Saúde iG



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