Rua Sorocaba, 706 - Botafogo
CEP: 22271-110 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.:2103-1500 - Fax:2579-3713
E-mail: sac@clinicoop.com.br
Notícias

[13/11/2018]
Aplicativo de celular identifica com precisão ataques cardíacos
Pesquisadores acreditam que aplicativo poderia ajudar pessoas em países sem acesso a exames como o eletrocardiograma tradicional.
[12/11/2018]
Exame de cinco minutos pode prever o risco de demência, diz estudo
Doença estaria associada a maior pulsação arterial, que desencadearia declínio cognitivo
[07/11/2018]
Inteligência artificial consegue prever Alzheimer anos antes do diagnóstico

[05/11/2018]
O inovador implante na medula que fez homem com paralisia voltar a andar
Cientistas da Suíça desenvolveram método que estimula impulsos em medula espinhal de pacientes.

+ mais   


Abuso de paracetamol pode causar morte precoce, diz estudo


16/03/2015


Pesquisa com mais de 600 mil pessoas revela riscos de ataque cardíaco e AVC por mal uso do medicamento

Consumir doses exageradas por um longo período de paracetamol pode matar. Segundo pesquisa feita por cientistas do Institute of Rheumatic and Musculoskeletal Medicine, na Inglaterra, o uso diário do medicamento também pode causar ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.

De acordo com a publicação, os resultados do estudo mostraram que consumidores frequentes de paracetamol aumentaram em até 63% as chances de mortes inesperadas. Os riscos de problemas no coração e AVC subiram para 68% além do normal, enquanto as chances de desenvolvimento de um sangramento por conta de uma úlcera no estômago são 50% maiores.

Ainda assim, o paracetamol é considerado menos perigoso do que a aspirina, associada a casos de hemorragia no estômago, e o ibuprofeno, responsabilizado por ataques cardíacos e derrames em alguns pacientes.

Ao todo, 660 mil pessoas serviram como objeto da pesquisa. Os pesquisadores dizem que os riscos podem ser subestimados e estão pedindo uma revisão importante para confirmarem os dados de segurança da droga.

Os cientistas tomaram como base oito estudos feitos com pacientes que, nos últimos 14 anos, consumiram o medicamento com frequência. Nestes casos, a droga foi diretamente relacionada a deficiências como artrite e dores nas costas.

Fonte: Saúde Terra



Bookmark and Share

< voltar   
Home     |     Clínica     |     Especialidades     |     Corpo clínico     |     Localização     |     Contato