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Você conhece a febre chikungunya?


02/04/2015


Bem conhecida pelos brasileiros, a dengue é uma doença bastante corriqueira nas épocas mais quentes do ano, especialmente no verão. Seu mosquito transmissor, o Aedes aegypti, surge em ambientes domésticos que contêm água parada e exposta, como pneus, piscinas, vasos ou recipientes de animais de estimação.


Mas e sobre a febre chikungunya, você já ouviu falar? Se não ouviu ainda, conte com a ajuda do Portal Vital, que conversou com especialistas para tirar dúvidas sobre sintomas e dar algumas dicas importantes para se prevenir.


• Irmã da dengue

Apesar de ser transmitida pelo mesmo inseto, a doença se difere da dengue por conta do vírus. Segundo o médico Helio Magarinos Torres Filho, patologista clínico, as diferenças entre as duas doenças são poucas, mas significantes. A doença causada pelo vírus chikungunya transcorre geralmente de forma mais tranquila, ou seja, com menor risco de se tornar um mal mais grave, ao contrário da infecção pelo vírus da dengue, que pode levar à morte, explica o médico.


Os sintomas são basicamente os mesmos: febre, diarreia, náuseas, dores musculares e nas juntas, por isso a diferenciação dos infectados por ambos os vírus acaba sendo complicada. A dica para distinguir uma doença da outra é que, na chikungunya, as dores estão mais localizadas nas articulações terminais, que são as dos pés e das mãos, sugere o biólogo Fábio Castelo Branco, diretor do grupo Astral Saúde Ambiental.


• Perigos e prevenções

A prevenção é idêntica à feita para evitar a dengue:

- Encha bordas de vasos com areia ou lave-os semanalmente esfregando bem
- Mantenha a caixa dágua muito bem fechada
- Troque regularmente a água dos animais domésticos, limpando o recipiente
- Guarde embalagens vazias em local fechado
- Evite locais que acumulam poças, como terrenos abandonados
- Não deixe água acumulada sobre a laje
- Feche bem os sacos de lixo e mantenha-os longe do alcance de animais
- Use repelentes – tanto corporais como os de ambiente


Mesmo com auxílio do governo, o principal agente de prevenção precisa ser a própria população, pois isso é que essas medidas fazem a diferença. As denúncias dos focos de água parada podem ser feitas diretamente às prefeituras, orienta Fábio.


• De onde ela veio?

Ainda não se sabe como o vírus veio para o Brasil, se por uma pessoa ou por um mosquito contaminado. Mesmo assim, ainda é cedo para tratá-la como uma epidemia. Dados do Ministério da Saúde mostram que o número de contaminados pela doença ainda não chegou a 1% da população de nenhuma cidade, valor mínimo para uma doença ser tratada como epidemia. Isso não significa, no entanto, que devemos descartar o problema, que já concentra alguns casos nos estados do Amapá, da Bahia e do Mato Grosso.

As notificações são medidas pelas secretarias municipais e encaminhadas ao Ministério da Saúde. Muitos dos infectados demoram a procurar auxílio médico, o que acaba prejudicando a contabilização dos casos e a divulgação precisa dos dados, aponta Fábio. Por isso é essencial que, ao sentir os primeiros sintomas, o paciente procure o posto de saúde mais próximo e faça os devidos exames de sangue.

Fonte: Portal Vital



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