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RISCO DA OBESIDADE


27/04/2015


Ansiedade, estresse ou mesmo compulsão por comer são alguns dos motivos que as pessoas usam para se exceder na alimentação. Aliado ao sedentarismo, esse comportamento começa a cobrar seu preço e eleva um indicador nada positivo no Brasil: o de pessoas acima do peso.

Um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) afirma que, atualmente, 14,8% dos brasileiros estão obesos, quadro que pode acarretar uma série de problemas de saúde, se não for contornado.

Para identificar quem faz parte de cada grupo, endocrinologistas e nutricionistas utilizam, entre outros recursos, o Índice de Massa Corporal (IMC), um cálculo que divide o peso pela altura ao quadrado, informa Antonio Augusto Peixoto Souza, coordenador do programa de cirurgia bariátrica do Hospital Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O resultado se enquadrará em uma das seguintes faixas:

até 25: dentro do peso.
de 25 a 30: situação de sobrepeso.
de 30 a 35: obesidade grau 1.
de 35 a 40: obesidade grau 2.
acima de 40: obesidade grau 3, também chamada de obesidade mórbida.


• Por dentro da obesidade

Além da alimentação inadequada, caracterizada por alta ingestão de calorias e poucos nutrientes – caso do consumo de sanduíches de redes de fast food e doces em excesso –, fatores como sedentarismo, disponibilidade genética e mesmo transtornos psicológicos, como compulsão alimentar e depressão, estão por trás da obesidade.

Se não for tratada, a doença pode acarretar várias complicações à saúde, adverte o especialista da UFRJ. "A pessoa obesa pode apresentar pré-diabetes, porque aumenta sua resistência à insulina – hormônio que promove a entrada de glicose nas células", explica Peixoto Souza. Cresce ainda o perigo de hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e apneia do sono.


• Tratamento

Para reverter o quadro de obesidade, é preciso corrigir os maus hábitos, afirma o endocrinologista Walmir Coutinho, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. "Restringir a ingestão de gordura, cortar doces, abandonar o fumo e diminuir a quantidade de bebida alcoolica são alguns pontos importantes", explica. Tudo isso acompanhado de um programa de exercícios.

Nos casos de obesidade mórbida, é recomendada a cirurgia bariátrica, ou seja, de redução do estômago. Alguns pacientes podem precisar tomar medicação para inibir o apetite ou reduzir a absorção de gordura. "É necessário passar por um acompanhamento psicológico, para lidar com os casos de compulsão alimentar, por exemplo", explica Coutinho.


Fonte: Portal Vital



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