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Quando a preocupação com a alimentação e o exercício passa dos limites


10/06/2015


Cuidar da alimentação, treinar e vigiar a balança são medidas fundamentais para ter energia e ficar em paz com o espelho. Mas, se forem ditadas pelo exagero, deixam de ser saudáveis. Aqui, o que você precisa saber para não passar da conta

Responda rápido: você come para viver ou vive para comer? ''Quando a preocupação com a qualidade da alimentação cresce de modo obsessivo, a ponto de ofuscar o prazer das refeições, há algo de errado'', adverte Alice Amaral, médica nutróloga e especialista em medicina do exercício e do esporte, de Juiz de Fora (MG). Prova desse excesso de cuidado é a mudança de foco. Você mesma deve ter uma amiga que não toma leite, ingere cálcio; não saboreia um suculento bife, consome proteína; não desfruta de uma taça de vinho, ingere a dose diária de resveratrol. Churrasco ou comidinha de botequim com os amigos de vez em quando passou a ser proibido. Festa de criança, nem pensar. Não há trégua nem nas celebrações familiares: no lugar de degustar a tradicional macarronada da mamma, leva a marmita com filé de frango e alface a tiracolo.

A neura por um corpo saudável e em forma também invade o treinamento. Nada é mais importante do que malhar horas direto, mesmo não sendo atleta e tendo que recusar convites para ir ao cinema e a outros compromissos sociais e profissionais. Faltar um dia à academia para dormir parece um crime inafiançável. O tempo todo é preciso seguir regras, cada vez mais rígidas. E a vida vai ficando chata. O mais irônico é que tanto sacrifício pode ter o efeito oposto ao esperado: em vez de ficar mais disposta e vigorosa, a sensação é de estar fraca e sem energia. Escondidos por comportamentos supostamente corretos, transtornos como ortorexia (vício por alimentos saudáveis) e vigorexia (prática excessiva de exercícios) causam prejuízos ao corpo e a outras esferas da vida. Vale a pena questionar: há risco de você também entrar nessa zona de perigo?


Sinais de alerta

Pistas de que os excessos cometidos estão colocando sua saúde em risco e de que a relação com o espelho não anda bem. Caso reconheça em você algum destes sinais, não quer dizer que sofra obrigatoriamente de um transtorno, mas pode ser um pretexto para avaliar seus hábitos e investir em um estilo mais leve

Deixar que sua vida se resuma a cuidar da alimentação e/ou treinar, paralisando outros setores, interferindo na carreira, nas relações afetivas, nos convites para happy hours, festas de aniversário e confraternizações.
Recriminar-se por sair da dieta em alguma ocasião e, para compensar, em vez de escolher alimentos magros, fazer jejum por dias consecutivos.
Passar mais de uma hora diária na frente do espelho e/ou se pesar duas ou três vezes por dia.


Apresentar unhas fracas, queda de cabelos e cansaço.

Sofrer lesões musculares frequentes ou terminar o treino mais exausto do que o esperado.
Ter um índice de massa corporal abaixo de 17 (o normal é entre 18,5 e 24,9) e percentual de gordura inferior a 15 (para mulher, o esperado é entre 20 e 28%). A menos que seja uma atleta de alto rendimento, são sinais de magreza excessiva.
A cintura apresentar uma medida inferior a 65 centímetros (exceto se for descendente de japoneses). Esse índice é baixo para a estrutura óssea média da brasileira.
O caminho de volta

Para quem acha que está entrando em território perigoso, a primeira providência é procurar um médico e avaliar a saúde, orienta o endocrinologista Pedro Assed. Em geral, o tratamento da ortorexia, da vigorexia e de outros transtornos da autoimagem envolve a participação de vários profissionais.

A começar de um psiquiatra para superar a ansiedade e a obsessão.Antidepressivos, como os inibidores da recaptação da serotonina, ajudam a vencer o comportamento obsessivo", diz o psiquiatra Marcelo Papelbaum. A psicoterapia, especialmente a terapia comportamental cognitiva, permite transformar as crenças que estão por trás dos comportamentos a fim de modificá-los. A orientação de um médico nutrólogo ou de um nutricionista colabora no ajuste da alimentação e na correção de carências nutricionais.

E o acompanhamento de um educador físico equilibrado alivia a pressão por resultados inalcançáveis, aumentando as chances de chegar ao melhor de cada um.


Fonte: MdeMulher



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