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Notícias

[20/07/2018]
Sete casos de sarampo são confirmados no Estado
Todos os episódios têm ligação com a Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde foi registrado o primeiro caso da doença
[16/07/2018]
Doença sexualmente transmissível pouco conhecida se alastra e alarma médicos
Infecção bacteriana mycoplasma genitalium causa dores, secreções e, no caso das mulheres, pode levar à infertilidade
[06/06/2018]
Tratamento experimental curou câncer de mama em estágio avançado
O câncer, que já tinha se espalhado pelo corpo, foi derrotado pelas células da própria paciente – que foram colhidas, selecionadas, multiplicadas e reinjetadas
[04/06/2018]
Um em cada 4 adultos é sedentário, diz Organização Mundial da Saúde
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Mulher considerada infértil após tratamento contra câncer dá à luz menina


21/09/2015


Jodie teve o tecido ovariano congelado e fez fertilização in vitro depois do tratamento contra o linfoma folicular

A australiana Jodie Wyers, 29, havia perdido as esperanças de se tornar mãe biológica. Ela teve câncer e, por causa da quimioterapia, teve a fertilidade afetada e os médicos disseram que ela jamais seria mãe naturalmente. Com 23 anos, Jodie foi diagnosticada com um linfoma folicular, um tipo de linfoma não-Hodgkin e que poderia ser fatal. O tratamento durou vários meses.

Com o diagnóstico em mãos, Jodie e o marido, Aden Wyers, fizeram fertilização in vitro para congelar o embrião e, depois do tratamento contra o câncer, o bebê pudesse ser gerado. Não tiveram sucesso. O tecido ovariano de Jodie, no entanto, foi congelado.

O tratamento contra o linfoma folicular foi feito com sucesso e, livre do câncer, Jodie não imaginava que poderia conseguir gerar. Um tratamento inovador permitiu que esse sonho se tornasse realidade. Jodie deu à luz depois de ter o tecido ovariano enxertado na parede abdominal e pélvica.

Essa nova técnica foi usada pela primeira vez em 2013, quando outra australiana teve filhos gêmeos sete anos depois de ter os ovários removidos por causa de um tratamento contra o câncer.

A professora associada Kate Stern, chefe do centro de preservação da fertilidade do Hospital Real de Mulheres de Melbourne, na Austrália, disse ao jornal DailyMail australiano que essa nova técnica é uma oportunidade real para mulheres que querem ter filhos depois de se tornarem inférteis por causa da quimioterapia. Além disso, é a única opção para meninas que ainda não entraram na puberdade mas têm de passar por uma quimioterapia.

A bebê Evie nasceu seis semanas antes do esperado e cresce saudável.


Fonte: Saúde ig



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