Rua Sorocaba, 706 - Botafogo
CEP: 22271-110 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.:2103-1500 - Fax:2579-3713
E-mail: sac@clinicoop.com.br
Notícias

[21/01/2019]
Evolução da sífilis: quando se deve buscar ajuda
Entenda como a sífilis evolui e saiba quando procurar ajuda
[18/01/2019]
Cientistas desenvolvem molécula que pode tratar insuficiência cardíaca
A Samba foi desenvolvida por pesquisadores da USP nos últimos dez anos, e o teste em ratos se mostrou promissor para ajudar pacientes que sofrem da doença.
[15/01/2019]
Dorme menos de 6 horas por noite?
Estudo indica que você tem mais chances de ter problemas de saúde
[10/01/2019]
É arriscado beijar bebês recém-nascidos?
Veja que cuidados tomar na hora da visita

+ mais   


Mulher considerada infértil após tratamento contra câncer dá à luz menina


21/09/2015


Jodie teve o tecido ovariano congelado e fez fertilização in vitro depois do tratamento contra o linfoma folicular

A australiana Jodie Wyers, 29, havia perdido as esperanças de se tornar mãe biológica. Ela teve câncer e, por causa da quimioterapia, teve a fertilidade afetada e os médicos disseram que ela jamais seria mãe naturalmente. Com 23 anos, Jodie foi diagnosticada com um linfoma folicular, um tipo de linfoma não-Hodgkin e que poderia ser fatal. O tratamento durou vários meses.

Com o diagnóstico em mãos, Jodie e o marido, Aden Wyers, fizeram fertilização in vitro para congelar o embrião e, depois do tratamento contra o câncer, o bebê pudesse ser gerado. Não tiveram sucesso. O tecido ovariano de Jodie, no entanto, foi congelado.

O tratamento contra o linfoma folicular foi feito com sucesso e, livre do câncer, Jodie não imaginava que poderia conseguir gerar. Um tratamento inovador permitiu que esse sonho se tornasse realidade. Jodie deu à luz depois de ter o tecido ovariano enxertado na parede abdominal e pélvica.

Essa nova técnica foi usada pela primeira vez em 2013, quando outra australiana teve filhos gêmeos sete anos depois de ter os ovários removidos por causa de um tratamento contra o câncer.

A professora associada Kate Stern, chefe do centro de preservação da fertilidade do Hospital Real de Mulheres de Melbourne, na Austrália, disse ao jornal DailyMail australiano que essa nova técnica é uma oportunidade real para mulheres que querem ter filhos depois de se tornarem inférteis por causa da quimioterapia. Além disso, é a única opção para meninas que ainda não entraram na puberdade mas têm de passar por uma quimioterapia.

A bebê Evie nasceu seis semanas antes do esperado e cresce saudável.


Fonte: Saúde ig



Bookmark and Share

< voltar   
Home     |     Clínica     |     Especialidades     |     Corpo clínico     |     Localização     |     Contato