Rua Sorocaba, 706 - Botafogo
CEP: 22271-110 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.:2103-1500 - Fax:2579-3713
E-mail: sac@clinicoop.com.br
Notícias

[18/01/2019]
Cientistas desenvolvem molécula que pode tratar insuficiência cardíaca
A Samba foi desenvolvida por pesquisadores da USP nos últimos dez anos, e o teste em ratos se mostrou promissor para ajudar pacientes que sofrem da doença.
[15/01/2019]
Dorme menos de 6 horas por noite?
Estudo indica que você tem mais chances de ter problemas de saúde
[10/01/2019]
É arriscado beijar bebês recém-nascidos?
Veja que cuidados tomar na hora da visita
[09/01/2019]
Exercícios impedem avanço do Alzheimer


+ mais   


Cientistas criam camisinha que aumenta prazer


07/01/2016


Ideia de especialistas de universidade americana era criar produto que faça com que mais pessoas se sintam motivadas a usar preservativo

Cientistas indianos e americanos dizem ter desenvolvido um novo preservativo que, além de evitar o contágio pelo HIV, aumenta o prazer sexual.

A nova camisinha, de acordo com os pesquisadores, fará com que as pessoas queiram usar a proteção - em vez de simplesmente adotá-la por razões de segurança de saúde ou para evitar gravidez.

O preservativo foi desenvolvido por uma equipe de pesquisadores do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, e financiado pela Fundação Bill Gates.

Mahua Choudhury, pesquisadora do centro, disse à BBC que a ideia era criar um produto que protege o usuário e também ajuda a aumentar o prazer.

A nova camisinha tem uma substância gelatinosa reforçada com antioxidantes que atacam o vírus HIV caso ocorra um rompimento do preservativo, disse Choudhury.

Mas esses antioxidantes "também estimulam as terminações nervosas e, por isso, geram maior prazer sexual", acrescentou a cientista.


• Resistência

Choudhury lembra que muitas pessoas abrem mão dos preservativos por acharem que a camisinha reduz o prazer na relação sexual.

E dados da ONU indicam que, apesar de avanços nas duas últimas décadas, milhões de pessoas no mundo todo ainda não têm acesso à camisinha ou não utilizam a proteção devido a barreiras psicológicas e tabus sociais.

O Fundo para a População da ONU afirma que o uso de camisinha em relações com pessoas que não são parceiros(as) regulares varia de 80% em países como a Namíbia, na África, até menos de 40% em outros países - incluindo alguns com altas taxas de infecção pelo HIV.

Entre os jovens de 15 a 24 anos o uso de preservativos varia entre 80% em alguns países da América Latina até 30% em países a África Ocidental.

Crenças populares e fatores culturais têm um papel importante no uso da camisinha.

Segundo Choudhury, o projeto do novo preservativo visa justamente criar um produto que faça com que mais pessoas se sintam motivadas a usar a camisinha.


"Isto faria com que as pessoas comprassem um produto que as protege mas também torna a relação sexual mais satisfatória", disse.

O mais interessante, de acordo com a pesquisadora, é que não há nada parecido no mercado que ajude a prevenir de forma tão eficaz o HIV.


• Nova geração

O novo preservativo é resultado de uma iniciativa da Fundação Bill Gates.

Há dois anos, Gates e sua esposa, Melinda, colocaram à disposição de empreendedores fundos de até US$ 100 mil para desenvolver uma "nova geração" de camisinhas mais finas e eficazes.

O centro de pesquisas da Universidade do Texas foi um dos beneficiados.

Choudhury disse que, até o momento, o preservativo ainda é um protótipo, mas já existe muito interesse. Ela acredita que o produto estará disponível no mercado dentro de um ano.

"Neste momento estamos criando (os preservativos) e logo será uma questão de acertar os detalhes", disse.

E quanto ao preço, a pesquisadora afirmou que, uma vez que o preservativo comece a ser fabricado em larga escala, será uma questão de centavos de dólares.


Fonte: Saúde iG



Bookmark and Share

< voltar   
Home     |     Clínica     |     Especialidades     |     Corpo clínico     |     Localização     |     Contato