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[20/07/2018]
Sete casos de sarampo são confirmados no Estado
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[16/07/2018]
Doença sexualmente transmissível pouco conhecida se alastra e alarma médicos
Infecção bacteriana mycoplasma genitalium causa dores, secreções e, no caso das mulheres, pode levar à infertilidade
[06/06/2018]
Tratamento experimental curou câncer de mama em estágio avançado
O câncer, que já tinha se espalhado pelo corpo, foi derrotado pelas células da própria paciente – que foram colhidas, selecionadas, multiplicadas e reinjetadas
[04/06/2018]
Um em cada 4 adultos é sedentário, diz Organização Mundial da Saúde
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Arroto pode ser sintoma de refluxo ou gastrite Saiba quando a eructação deixa d


08/01/2016


A eructação, mais comumente chamada de arroto, é o ato de expulsar o ar do estômago ou esôfago através da boca e, habitualmente, é um processo fisiológico. Em toda deglutição, junto à saliva, bebida ou comida, entra uma pequena quantidade de ar no trato digestivo. Ocorre geralmente como uma resposta à distensão gástrica após as refeições. Esta distensão leva a um relaxamento transitório do esfíncter inferior do esôfago (o músculo que ao ficar contraído impede o refluxo do conteúdo do estômago para o esôfago), permitindo que o ar vá para o esôfago e então seja expulso pela boca. Dessa forma, evita-se a passagem de quantidade excessiva de ar para o intestino.

A eructação só é considerada uma doença quando se torna muito frequente e incomoda o paciente. A principal causa de eructação excessiva é a eructação supragástrica, na qual o ar, que é puxado para o esôfago pela contração do diafragma e relaxamento do esfíncter esofagiano superior, é imediatamente liberado, sem chegar ao estômago. Geralmente está associado a fatores como ansiedade, transtorno obsessivo-compulsivo, bulimia e outras alterações do sistema nervoso central.

Outra causa comum de eructação é a doença do refluxo gastroesofágico, além de síndrome dispéptica, doença ulcerosa péptica, gastroparesia, gastrite, esofagite, neopalsia e acalásia, mas nesses casos habitualmente a eructação é apenas um entre vários sintomas apresentados. A presença de emagrecimento, pirose, dor abdominal, vômitos, regurgitação, febre e anemia são sinais de alerta para doenças orgânicas e indicam a necessidade de avaliação por um médico.

O tratamento da eructação supragástrica envolve reconhecer o problema e, em casos selecionados, ser avaliado por psiquiatra ou psicólogo. Por fim, um médico deve ser consultado se a eructação for muito frequente e causar incômodo ou se houver a presença dos sinais de alarme descritos acima.

A prevenção é feita evitando tabagismo, estresse emocional, bebidas gaseificadas, chicletes, balas e alimentos de difícil digestão, que retardem o esvaziamento gástrico, ou que relaxem o esfíncter esofagiano inferior, como alimentos gordurosos, menta e chocolate. As refeições devem ser feitas com calma e sem conversar.


Fonte: Minha Vida



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